Um edifício histórico universitário em Braga convivia há anos com humidade ascensional, mantida sob controlo apenas à custa de desumidificadores a funcionar em permanência. Depois de instalar o BOX-S-GEO, os desumidificadores foram desligados — as paredes deixaram de acumular água.
Este é um caso real de Braga, uma das cidades com maior densidade de edificado antigo em Portugal. Mostra, na prática, como se trata a humidade num edifício histórico sem obras — e porque tapar o problema com desumidificadores ou tinta nunca é a solução de fundo.
Trata-se de um edifício histórico universitário em Braga, de paredes espessas em pedra, típico do edificado antigo do Minho. Como muitas construções da região, foi erguido sem barreira estanque contra a água do solo. Resultado: durante anos, a base das paredes apresentava humidade ascensional, com o cortejo habitual — salitre, reboco a degradar-se, bolor e um ambiente interior húmido pouco compatível com o uso do espaço.
É uma patologia que se arrastava há vários anos — comum no edificado antigo, onde as soluções invasivas (furar, picar, injetar) são difíceis de aceitar por causa do valor patrimonial.
Para manter os espaços utilizáveis, recorreu-se a desumidificadores a funcionar de forma quase contínua. Ajudavam a baixar a humidade do ar, mas não travavam a origem: a água continuava a subir pelas paredes. Na prática, isto significava:
Após diagnóstico, confirmou-se a humidade ascensional como causa. A Geo Portugal instalou o dispositivo BOX-S-GEO em agosto de 2025. O BOX-S-GEO é geomagnético, não destrutivo e autónomo: atua sobre o campo magnético natural para inverter a subida capilar da água, e a parede seca progressivamente.
Passou-se de uma gestão permanente do sintoma (desumidificadores sempre ligados) para uma parede que seca na origem e dispensa esses equipamentos. É esta a diferença entre mascarar e tratar.
Portugal tem um enorme parque de edifícios antigos — solares, casas de pedra, conventos, edifícios universitários e municipais — muitos afetados por humidade ascensional. Deste caso de Braga tiram-se princípios que valem para todos:
Peça um diagnóstico gratuito. Avaliamos a causa e mostramos como secar as paredes na origem, sem obras — como fizemos neste caso.
Tratando a origem sem agredir a construção: seca-se a parede com o BOX-S-GEO, sem obras, sem furos e sem químicos, com acompanhamento medido.
Não — mascaram, secando o ar, mas não travam a água que sobe pelas paredes, por isso funcionam em permanência. Tratada a origem, deixam de ser necessários, como neste caso de Braga.
É progressivo e depende da parede. Neste caso, instalação em agosto de 2025 e desumidificadores desligados em março de 2026.
Não. É não destrutivo e o edifício mantém-se em funcionamento — ideal para o edificado antigo e o património.