Uma casa antiga, uma igreja ou um monumento com paredes húmidas, salitre e pedra escurecida pedem cuidado — não obras agressivas. Explicamos o método não destrutivo que devolve vida ao edifício sem lhe tirar a alma.
No edificado histórico, a humidade e o salitre convivem com pedra, cantaria e rebocos originais que não se podem substituir. Por isso o restauro certo começa por respeitar o que já existe.
Muitos edifícios antigos foram construídos sem barreira estanque. A água do solo sobe pelas paredes (humidade ascensional), trazendo sais que cristalizam e destroem rebocos e pinturas. Somam-se a sujidade das fachadas e, muitas vezes, o desconforto térmico. O erro comum é picar e refazer — o que apaga o original e não resolve a causa.
Ver a página completa do restauro de património.
Muitos edifícios antigos são frios e difíceis de aquecer, mas não se lhes pode colar painéis de isolamento que escondem a fachada. Nesses casos existe uma correção térmica sem painéis (sistema Pro-Tech + Techdekor Green), que melhora o conforto sem descaracterizar o edifício. Ver o guia da correção térmica de fachada.
Peça um diagnóstico gratuito. Avaliamos a humidade e propomos um restauro não destrutivo que respeita a pedra e o valor do edifício.
Secar na origem com o BOX-S-GEO (sem furos nem picagem) e depois limpar e proteger a pedra com produtos técnicos de restauro. A casa mantém-se habitada.
Secar (BOX-S-GEO), limpar sem agredir a pedra e proteger a fachada com um hidrófobo que a deixa respirar. Quando preciso, corrigir a térmica sem painéis.
Porque a pedra e os elementos originais são o valor do edifício. Furar ou picar pode causar danos irreversíveis.
Sim, e apoiamos arquitetos e engenheiros com ficha técnica, cláusula para caderno de encargos e relatório com medições.