Aquele pó branco que aparece na base das paredes, cai no chão e volta sempre depois de limpar. É o salitre — e ele é apenas o mensageiro de um problema de humidade.
O salitre (ou eflorescência) são os sais minerais que ficam à superfície da parede. Por si só não é o problema — é o sintoma de que há água a circular dentro da parede. Por isso raspar nunca resolve.
A água que sobe do solo pela parede (a humidade ascensional) transporta sais minerais dissolvidos. Quando essa água chega à superfície e evapora, os sais ficam para trás e cristalizam — é o pó branco a que chamamos salitre. Ou seja: onde há salitre, há água a subir.
Raspar, escovar ou lavar remove os cristais visíveis, mas não faz nada à água que os traz. Passadas algumas semanas, novos sais chegam à superfície e o salitre reaparece. É um ciclo que só termina quando se corta a origem da humidade.
A única forma duradoura é secar a parede na origem, para que a água deixe de transportar sais. A Geo Portugal usa o dispositivo BOX-S-GEO, que inverte a subida capilar sem obras, sem furos e sem produtos químicos. Depois de a parede secar, procede-se, quando necessário, à limpeza e ao tratamento da superfície.
No restauro de património, a Geo Portugal segue 3 passos: secar (BOX-S-GEO), limpar (com produto de limpeza técnico adequado) e proteger a fachada — devolvendo a pedra sem a agredir.
Peça um diagnóstico gratuito. Identificamos a humidade que o traz à superfície e mostramos como o eliminar de vez.
Um depósito de sais minerais à superfície, em pó ou cristais brancos. Os sais vêm na água que sobe do solo e ficam quando a água evapora.
Porque raspar tira os sais visíveis mas não a humidade que os traz. Enquanto a água subir, novos sais aparecem.
Sim. Ao cristalizar dentro do reboco, os sais aumentam de volume e desfazem tinta, reboco e argamassa.
Cortando a origem: secando a parede (ex.: BOX-S-GEO) os sais deixam de ser transportados e o salitre não regressa.