Porque é que estes edifícios são mais sensíveis, o que a humidade faz à saúde de quem os ocupa e como tratar sem parar o serviço.
Uma escola, um centro de saúde ou um edifício da autarquia não é uma casa qualquer: está cheio de pessoas durante horas, todos os dias, e muitas delas — crianças, idosos, doentes — são mais sensíveis à qualidade do ar. Por isso, quando aparece humidade ou bolor, o problema não é só estético: é de conforto, de conservação do edifício e, potencialmente, de saúde de quem lá está.
Três fatores tornam estes espaços mais exigentes. Primeiro, a ocupação prolongada: as pessoas passam ali grande parte do dia, pelo que a exposição a um ambiente húmido ou com bolor é maior do que numa divisão pouco usada. Segundo, a densidade de ocupação: uma sala de aula cheia gera muito vapor de água (respiração, atividade), o que favorece a condensação se a ventilação não acompanhar. Terceiro, a gestão da ventilação nem sempre é constante — janelas fechadas por ruído, frio ou segurança, aquecimento intermitente, longas pausas letivas com o edifício fechado.
Segundo entidades de referência como a Direção-Geral da Saúde (DGS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), ambientes interiores húmidos e com bolor estão associados a um maior risco de problemas respiratórios — nomeadamente alergias, rinite, agravamento da asma e bronquites — sobretudo em grupos mais sensíveis, como as crianças. Não se trata de afirmar que a humidade causa diretamente uma doença específica em cada caso, mas de uma associação reconhecida entre a exposição a estes ambientes e sintomas respiratórios. Por isso, num edifício ocupado por crianças ou utentes vulneráveis, controlar a humidade é também uma questão de qualidade do ar interior. Para aprofundar, veja o nosso guia sobre humidade e saúde e o artigo sobre bolor e saúde das crianças.
Muitos edifícios públicos são antigos e não têm corte hídrico eficaz na base das paredes. A água do solo sobe por capilaridade, afetando sobretudo o rés-do-chão, arrecadações, ginásios e caves.
Sinais: mancha na base das paredes com salitre e reboco a soltar, muitas vezes ao longo de corredores e salas do piso térreo. Mais informação: humidade ascensional.
Coberturas planas, caleiras entupidas, terraços e fachadas fissuradas deixam entrar água da chuva. Em edifícios grandes e com manutenção espaçada, é uma causa comum.
Sinais: manchas que aparecem ou pioram com a chuva, frequentemente em tetos, no topo das paredes e junto a janelas.
Salas de aula, refeitórios e salas de espera cheias produzem muito vapor de água. Se a ventilação não for suficiente, esse vapor condensa nas superfícies mais frias e forma bolor.
Sinais: bolor nos cantos, tetos e paredes exteriores, vidros embaciados de manhã, ar abafado. Mais informação: bolor, diagnóstico e ventilação.
O receio, em qualquer instituição, é ter de fechar salas ou o edifício inteiro para obras demoradas. É aqui que as soluções não destrutivas fazem diferença. Para a humidade ascensional, a Geo Portugal utiliza o dispositivo BOX-S-GEO, que atua sem picar nem refazer paredes; segundo o fabricante, permite tratar a capilaridade de forma autónoma, e os resultados observados são acompanhados com medições ao longo do tempo. Para a condensação, a resposta passa por reforçar a ventilação; para as infiltrações, por corrigir o ponto de entrada da água. Em qualquer caso, o passo inicial é sempre o diagnóstico com medições, que identifica a causa (ou causas) antes de qualquer intervenção — e evita gastar orçamento público a tratar o problema errado.
Quando várias causas coexistem — o que é frequente nestes edifícios — a intervenção pode ser faseada, começando pelas zonas mais críticas e mais ocupadas, de forma a manter o serviço a funcionar. Todo o percurso está documentado no nosso Centro Técnico da Humidade.
Entidades como a DGS e a OMS associam a humidade e o bolor nos edifícios a um maior risco de problemas respiratórios (alergias, rinite, asma, bronquites), sobretudo em crianças. Num espaço ocupado muitas horas, a qualidade do ar interior é importante. Esta informação é geral e não substitui a avaliação de um profissional de saúde.
Humidade ascensional nos pisos térreos e caves, infiltrações por coberturas e fachadas, e condensação em salas muito ocupadas com ventilação insuficiente. Muitas vezes coexistem, por isso o diagnóstico com medições vem primeiro.
Soluções não destrutivas, como o BOX-S-GEO para a humidade ascensional, evitam picar e refazer paredes e reduzem a interrupção do serviço. A viabilidade depende do diagnóstico; os resultados variam conforme o edifício e são acompanhados com medições.
Autor: Equipa técnica da Geo Portugal.
Fontes e notas: as referências à relação entre humidade/bolor e problemas respiratórios baseiam-se em orientações gerais de entidades de saúde pública como a Direção-Geral da Saúde (DGS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS); trata-se de uma associação reconhecida e não de um diagnóstico clínico — esta informação é meramente informativa e não substitui a avaliação de um profissional de saúde. As indicações sobre o dispositivo BOX-S-GEO correspondem à informação do fabricante; os resultados variam conforme o edifício e são acompanhados com medições. Este artigo tem caráter informativo e não dispensa um diagnóstico presencial.
Peça um diagnóstico gratuito. Identificamos a causa com medições e propomos uma solução que respeita o funcionamento do edifício — sem obras cegas.