A humidade não é só um problema estético ou da casa. É um problema de saúde — sobretudo no inverno, quando passamos mais tempo fechados em casa. Explicamos o que está em jogo e como proteger a sua família.
Uma casa húmida respira-se. O ar carregado de humidade e os esporos de bolor entram nos pulmões de quem lá vive, todos os dias. Para muitas famílias, tratar a humidade é, na prática, uma decisão de saúde.
Viver num ambiente húmido e com bolor está associado a mais problemas respiratórios. A Organização Mundial de Saúde reconhece a humidade e o bolor no interior das habitações como um risco para a saúde. Os efeitos mais frequentes:
Os efeitos da humidade não são iguais para todos. Estão mais expostos:
No inverno fechamos as janelas, ligamos o aquecimento e passamos muito mais tempo dentro de casa. O vapor de água acumula-se, a condensação dispara e o ar renova-se pouco. Resultado: mais bolor, mais esporos no ar e mais horas a respirá-los. É a estação em que a qualidade do ar interior mais pesa na saúde.
Limpar o bolor com lixívia não protege a saúde — o problema volta. A única forma real é tratar a humidade na origem, e para isso é preciso saber qual é:
A Geo Portugal faz um diagnóstico gratuito para identificar a causa e devolver à casa um ar mais saudável.
Peça um diagnóstico gratuito. Identificamos a origem da humidade e mostramos como ter um ar interior mais saudável para toda a família.
Sim. Ambientes húmidos e com bolor estão associados a mais asma, alergias, bronquite e irritação respiratória. A OMS reconhece-o como risco para a saúde.
Crianças, idosos, grávidas e pessoas com asma, alergias ou imunidade mais frágil.
O bolor liberta esporos que desencadeiam crises em quem já tem asma ou alergias e agravam sintomas respiratórios, sobretudo em crianças.
Tratando a humidade na origem (secagem, ventilação ou impermeabilização, conforme a causa). Limpar o bolor não chega.